NOTÍCIAS03/04/2025 COE Santander debate políticas de diversidade em reunião com o banco
Desenvolvimento de mulheresO Santander destacou a criação do programa "Lidere a sua carreira" e o lançamento do programa "Impulsione a sua carreira", voltado para o desenvolvimento de mulheres e para a equidade de gênero e raça em cargos de especialista. No Santander, as mulheres representam 59% de toda a organização, mas elas ainda têm pouca representação nos níveis de liderança. Por isso, o objetivo é ampliar a representatividade de mulheres nesses níveis. Segundo o banco:
Programas voltados para profissionais negrosCom o lema "Talento não tem cor", o Santander reforçou seu compromisso com o crescimento profissional de pessoas negras. Foram lançadas as primeiras edições dos programas "Lidere Sua Carreira" para líderes e "Impulsione Sua Carreira" para especialistas. Os números apresentados incluem:
Jovens talentosO banco também reformulou seus programas de estágio e jovem aprendiz, priorizando a contratação de pessoas negras. Os principais indicadores divulgados foram:
Inclusão de pessoas com deficiênciaForam anunciadas vagas afirmativas e a criação de um banco de talentos para pessoas com deficiência. Além disso, o banco implementou um programa de contratação associado a ações de formação. Os números apresentados incluem:
Outras iniciativasO banco também mencionou o fortalecimento dos Grupos de Afinidade e o lançamento de materiais e campanhas para engajar os funcionários na pauta da diversidade. Algumas das ações incluem:
A COE Santander reforçou a importância de garantir que essas ações resultem em avanços concretos para os funcionários e que o banco mantenha o compromisso com a inclusão e equidade dentro da instituição. "O debate sobre diversidade e inclusão deve ser contínuo e acompanhado de medidas concretas que garantam avanços reais. O Santander apresentou algumas iniciativas importantes, mas seguimos cobrando metas mais ousadas e ações que ampliem ainda mais a representatividade, especialmente nos cargos de liderança. Também reforçamos a necessidade de acompanhar de perto a efetividade desses programas, garantindo que não fiquem apenas no papel, mas se traduzam em mudanças estruturais dentro do banco", afirmou a coordenadora da COE, Wanessa Queiroz. Ela também destacou que as desigualdades salariais entre homens e mulheres ainda são expressivas, principalmente nos altos cargos, conforme apontado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). A nova legislação brasileira de 2023 prevê mecanismos para combater essa disparidade, mas, segundo o Dieese, a paridade salarial pode levar até 46 anos para ser alcançada se não houver medidas mais efetivas. "Diante desse cenário, é fundamental a manutenção da mesa de igualdade de oportunidades no banco para continuarmos levando as reivindicações dos empregados e contribuindo para a construção de novos direitos. Precisamos garantir que as políticas implementadas tragam mudanças reais e acelerem esse processo de equidade dentro da instituição", concluiu Wanessa. A próxima reunião será realizada em maio.
Fonte: CONTRAF • Veja outras notícias |
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