NOTÍCIAS02/05/2022 ‘Unidade’ foi a palavra mais repetida no 1° de Maio em São Paulo
“Não será uma eleição qualquer. São direitos contra privilégios. É a democracia contra a barbárie”, afirmou o líder sem-teto Guilherme Boulos, do Psol. “E vocês não tenham dúvidas que vamos derrotar o fascismo. Que este seja o último 1° de Maio com um miliciano na presidência do Brasil, o último com a vigência de uma reforma trabalhista criminosa.” Segundo ele, a partir de agora começa “uma grande campanha para acabar com o atraso e eleger Lula”. A pré-candidatura do petista será lançada no próximo sábado (7). A presidenta nacional do PT, deputada Gleisi Hoffmann (PR), lamentou que bolsonaristas tenham realizado atos contra o Supremo Tribunal Federal. “Nós lutamos pela democracia, pelas nossas instituições, pelo voto eletrônico. Democracia, para nós, é ter emprego, ter direitos, renda, comida, educação. Ele (Bolsonaro) tem uma pauta pessoal, nós temos a pauta do povo”, concluiu Gleisi, ao lado do presidente estadual do PT, Luiz Marinho. Já o presidente da CTB, Adilson Araújo, destacou o empobrecimento da população no atual governo. “O povo está passando fome. Não é o rico que vai sofrer. É você que com um salário mínimo não consegue comprar um botijão de gás de 160 reais. É muita gente que não consegue tirar o carro da garagem. Esse governo está saqueando o país.” Para Adilson, todos os que estiveram no ato deste domingo teriam que sair convencidos “de que somos cabos eleitorais de um projeto político de mudanças”. Por sua vez, o presidente da UGT, Ricardo Patah, usou o termo soldados e lembrou de um antigo bordão: trabalhador vota em trabalhador. “Temos que eleger aquele que gosta do cheiro do povo, aquele que está sempre entre nós”, acrescentou. Miguel Torres, líder da Força Sindical, lembrou que o “outro lado” tenta monopolizar o uso da bandeira nacional, que é de todos os brasileiros. E o presidente da CUT, Sérgio Nobre, afirmou que é preciso formar “um grande exército” para combater a “máquina de mentiras” do governo Bolsonaro. “A eleição no Brasil vai decidir o que será o país nos próximos 20 anos.” Fonte: REDE BRASIL ATUAL |
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