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09/11/2010

Brasil supera média mundial de índice de desenvolvimento humano

O Brasil é o 5º país sul-americano, o 11º latino-americano e o 73ª, entre 169 países pesquisados, com melhor índice de Desenvolvimento Humano (IDH), de acordo com ranking divulgado ontem pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud). O ín­dice varia de 0 a 1 e, quanto mais próximo de 1, maior o nà­vel de desenvolvimento humano.O IDH do Brasil (0,699) é superior à média mundial (0,624) e situa o país entre as nações de alto desenvolvimento humano.

Em comparação com os países da América do Sul, o IDH brasileiro é inferior aos apurados no Chile, na Argentina, no Uruguai e no Peru. Entre os países do Bric, o Brasil ficou atrás da Rússia e à frente da China e da índia.

Segundo o Pnud, do ano passado para este ano o Brasil subiu quatro posições no ranking.

A lista do IDH em 2010 é liderada pela Noruega, seguida pela Austrália, Nova Zelândia, Estados Unidos e Irlanda. As últimas posições são ocupadas por Moçambique, Burundi, Nà­ger, Congo e Zimbábue.

O IDH engloba três aspectos considerados essenciais pelo Pnud para o desenvolvimento humano: a educação, a saúde e a renda.

Na última década, a expectativa de vida dos brasileiros aumentou 2,7 anos, enquanto a média de escolaridade cresceu 1,7 ano e os anos de escolaridade esperada recuaram em 0,8 ano. A renda nacional bruta do país teve alta de 27% no perí­odo.

O Pnud também divulgou um índice de Pobreza Multidimensional (IPM), que avalia privações nas áreas de saúde, educação e padrão de vida. Segundo o relatório divulgado ontem, 8,5% dos brasileiros vivem nesse tipo de pobreza. Além disso, segundo o Pnud, 13,1% da população está sob risco de entrar nessa condição. A pesquisa mostra ainda que 20,2% dos habitantes tem, pelo menos, uma grave privação em educação. No caso da saúde, esse ín­dice é de 5,2%, e, do padrão de vida, de 2,8%.

O Ministério da Saúde contestou o relatório afirmando que as informações levam em conta dados desatualizados, subestimam a expectativa de vida dos brasileiros, superestimam a taxa de mortalidade materna e desconsideram os avanços do país em relação ao planejamento familiar.

 

Fonte: Veja

Assessoria de Comunicação - 09/11/2010

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