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27/08/2015

Mobilizações, articulação e paridade: marcas da gestão cutista de 2012 a 2015

Mobilizações intensas, forte articulação com os movimentos sociais, cultura como forma de ação social e sindical, além de cooperação e trocas de experiências internacionais. São estas algumas das marcas principais da gestão da CUT São Paulo de 2012 a 2015, destacadas no balanço apresentado na manhã desta quarta (26) pelo presidente da entidade, Adi dos Santos Lima, que se despede do cargo após cumprir dois mandatos à frente da Central.  

"Não podemos esquecer a nossa história. O tempo passa e vamos nos envolvendo com a conjuntura, mas é importante esse resgate para vermos para onde caminha nossa Central", afirmou o dirigente.
Foi um perí­odo de muitas realizações, disse Adi, mas também muito árduo e que exigiu ainda mais garra dos cutistas no enfrentamento da conjuntura apresentada nos últimos anos, com acirramento das lutas em relação às questões do estado paulista e também as nacionais.

Entre outras medidas, o dirigente recordou ações implementadas desde 2009, como a criação das secretarias de Combate ao Racismo, Juventude, Meio Ambiente e Saúde; a ampliação da formação sindical; os debates que alcançaram também os trabalhadores (as) com deficiência; os 1º de Maio temáticos, que trouxeram não só programação artística, mas também conteúdo político e social para reflexão pela população, além de intercâmbio internacional.
"Essa troca de experiências com outros países tem nos dado muito orgulho porque integramos nossa Central a trabalhadores e trabalhadoras de outras nações na questão cultural, política e social. Descobri que temos a mesma identidade. E a integração com outras regiões brasileiras nos fez saber, entre outros, que o trabalho análogo à escravidão cresceu no nordeste devido à transferência de empresas que saí­ram de São Paulo", recordou.

Adi falou ainda sobre os CUT Cidadã, com serviços gratuitos, arte e cultura, que segundo o dirigente, são meios de aproximar a Central das pessoas que não estão organizadas nos locais de trabalho, nem são sindicalizadas, mas que precisam saber qual é o papel da Central.

 
Espaço às mulheres - O presidente cutista encerrou a apresentação do balanço ressaltando que as ações voltadas à mulher trabalhadora deixaram de ser restringir ao calendário do 8 de março, sendo ampliadas nos sindicatos e subsedes de todo o estado, culminando na proposta de paridade, apresentada no congresso anterior e que será agora efetivada na direção da CUT/SP.


"Se as mulheres tivessem ficado quietas, se conformado, achando que o mundo é assim mesmo, com os homens mandando, nós não tomarí­amos essa iniciativa. Mas ainda bem que nós, homens e mulheres cutistas, temos um grau de consciência que vai aumentado com a participação delas e isso não serve só para construir a paridade. Queremos é discutir quais as condições que os sindicatos e ramos darão para que as mulheres participarem da vida sindical", concluiu.

Fonte:  CUT

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