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10/09/2014

Bancos mantêm os maiores bilionários do Brasil

É de revoltar ou não é? Enquanto promovem milhares de demissões para fazer "pequenos ajustes" e criam um exército de adoecidos que se afastam das agências ou departamentos por não ter condições físicas e/ou psicológicas para trabalhar, os donos dos bancos figuram listas internacionais entre os maiores ricaços do país.

De cada cinco bilionários no Brasil, um juntou fortuna no setor de bancos e investimento, informa a lista da Forbes Brasil, de 2014, uma publicação norte-americana. Os donos do Safra, do Bradesco, do Unibanco, do Itaú e do BMG aparecem em meio a nomes bastante conhecidos, como os Marinho, da Globo, os Ermirio de Moraes, da Votorantim, e os proprietários da construtora Odebrecht. Segundo a publicação, as 15 famíl­ias mais ricas do Brasil possuem, juntas, US$ 122 bilhões, o que equivale a 5% do Produto Interno Bruto, o PIB brasileiro.

"É claro que os trabalhadores têm de ir às ruas e exigir que essa riqueza, concentrada nas mãos de poucos, seja mais bem distribuída", afirma a presidenta do Sindicato, Juvandia Moreira, uma das coordenadoras do Comando Nacional dos Bancários que esta semana, nos dias 10 e 11, debate com a federação dos bancos (Fenaban) as reivindicações de remuneração da categoria para a Campanha Nacional Unificada 2014.

"Os bancos vêm para a mesa sempre falar em custos, mas fica evidente, por esse tipo de informação e outras tantas mostrando o crescimento do setor mesmo em tempos de crise internacional, que os bancários têm direito a cobrar aumento real para os salários, valorização do piso, maior participação nos lucros e resultados do setor, VA e VR mais altos, 14º salário, parcelamento do adiantamento das férias", ressalta Juvandia, lembrando que os trabalhadores querem, ainda, melhores condições de trabalho.

"Os bancários trabalham para o setor que mais lucra no Brasil, mas estão sobrecarregados, pressionados com serviço demais para poucos funcionários, tudo porque os bancos querem lucrar mais. Então, além dos avanços cobrados nas questões de emprego, saúde e condições de trabalho, também reivindicamos ganhos que ajudem a diminuir essa relação tão desigual entre os banqueiros e seus executivos, e os bancários que são os verdadeiros responsáveis pelo crescimento do setor."

 

Fonte: Seeb SP

 

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