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22/12/2010

BC alerta para necessidade de subir juro contra inflação

O Banco Central revelou que a projeção da inflação em 12 meses se posiciona acima do valor central da meta (4,5%) até o final de 2011, ficando em 5% e caminhando para terminar 2012 em 4,8%.

 

A informação faz parte do Relatório Inflação publicado nesta quarta-feira (22/12) pelo Banco Central. O documento de periodicidade trimestral traz um termômetro das condições da economia que orientam as decisões do Comitê de Política Monetária (Copom).

 

A piora no balanço de riscos para a inflação já incorpora efeitos estimados da recente elevação do recolhimBC alerta para necessidade de subir juro contra inflaçãoento dos compulsórios bancários e de um esforço fiscal no próximo governo. Mesmo com esses elementos, as projeções superam a meta do Conselho Monetário Nacional (CMN).

  Dessa forma, o ritual de política monetária de atuar via juro básico deve ser acionado. A taxa básica de juro brasileira (Selic) termina 2010 em 10,75% ao ano. O mercado trabalha com uma elevação já na próxima reunião do Copom em janeiro, para gradualmente chegar em 12,25% no ano que vem.

"No regime de metas para a inflação, desvios em relação à meta, na magnitude dos implícitos nessas projeções, sugerem necessidade de implementação, no curto prazo, de ajuste na taxa básica de juros, de forma a conter o descompasso entre o ritmo de expansão da demanda doméstica e a capacidade produtiva da economia, bem como de reforçar a ancoragem das expectativas de inflação", assinala o BC no relatório.

Segundo a autoridade monetária, a aceleração no nà­vel geral de preços registrada até novembro sofreu efeitos internos relacionados à oferta de alimentos e externos no que diz respeito à valorização das principais commodities. Tudo isso somado ao desequilí­brio da rápida expansão da demanda perante a oferta.

O crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) previsto para 2010 permanece em 7,3%. E, para 2011, a taxa de expansão situa-se em 4,5%.

A autoridade destaca que, após a adoção das medidas "macroprudenciais" e os resultados recentes da indústria, as taxas de crescimento parecem caminhar para "nà­veis mais compatà­veis" com o crescimento de longo prazo.

 

Assessoria de Comunicação " 22/12/10

Fonte: Brasil Econômico

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