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21/12/2010

Lançado projeto de lei municipal contra "saidinhas de banco" em Salvador

Em audiência pública coordenada pela vereadora Marta Rodrigues (PT),na manhã desta segunda-feira (20),no Centro de Cultura da Câmara Municipal de Salvador, a Contraf-CUT e a Confederação Nacional dos Trabalhadores Vigilantes (CNTV) lançaram o modelo de projeto de lei municipal que visa a combater os crimes de "saidinha de banco".

A iniciativa prevê a ampliação das medidas preventivas em agências e postos de atendimento, buscando reforçar a estrutura de segurança, a privacidade das operações bancárias e a melhoria das condições de trabalho dos vigilantes. A FEBRABAN e os bancos, apesar de convidados, não compareceram, fugindo do debate com o municíp­io e a sociedade.

 

"O ponto fundamental para combater esse crime é a privacidade que os usuários devem ter no momento em que vão realizar operações bancárias", defendeu o presidente da CNTV e do Sindicato dos Vigilantes do Estado da Bahia (Sindvigilantes), José Boaventura Santos. Ele destacou um dos pontos do projeto que estabelece a instalação de biombos entre a fila de espera e os caixas, inclusive os eletrônicos. Boaventura citou o exemplo de João Pessoa, onde a colocação desses tapumes reduziu quase a zero as ocorrências de "saidinhas de banco", segundo dados do Sindicato dos Bancários da Paraí­ba.

 

O secretário de imprensa da Contraf-CUT e coordenador do Coletivo Nacional de Segurança Bancária, Ademir Wiederkehr, apresentou as linhas gerais do projeto, frisando a importância das portas giratórias com detectores de metais, instaladas antes da sala de auto-atendimento, com pequeno recuo, munido de armário com gavetas individualizadas e chaveadas para a guarda de objetos pessoais dos clientes. "Essa porta traz segurança para trabalhadores e clientes e a colocação do armário evita constrangimentos", disse Ademir.

O diretor do Sindicato dos Bancários da Bahia, Helder Fontes, enfatizou a negligência com que os banqueiros tratam do assunto, uma vez que considera a "saidinha de banco" um problema de segurança pública. Ele citou que os bancos priorizam muito mais os investimentos em marketing do que na proteção da vida das pessoas. "O Bradesco investiu três vezes mais em propaganda do quem em serviços de vigilantes, segundo dados do balanço", comparou Helder.


Assessoria de Comunicação - 21/12/10 - Fonte Contraf-CUT

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